ARTIGOS SELECIONADOS DO
ALMANAQUE DE
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(CONSTRUÍDO ENTRE 1998-2000)
| As
catacumbas são as vias subterrâneas para sepultura dos mortos em povos
antigos, como os egípcios, persas, hebreus, gregos e romanos. Elas
serviram também como lugar de refúgio para os cristãos durante as
primeiras perseguições aos cristãos. As catacumbas de Roma desciam até
27 metros e tinham uma extensão vastíssima. Quando o cristianismo na
Itália ficou protegido pelo decreto de Teodosio (380-381), as
catacumbas deixaram de ser usadas como refúgio e passaram a ser usadas
para peregrinação. Do século X ao século XV, as catacumbas ficaram
abandonadas quando, então, começaram a ser recuperadas. Tudo indica
que foi então, após começarem com um trabalho de recuperação, no século
XVI, que algumas profecias foram encontradas nas catacumbas. Duas delas
são sobre Papas e servem como reforço à profecia de São Malaquias,
pois parecem profetizar o mesmo número de papas.
Uma destas duas profecias ficou conhecida como a profecia dos sete leões. Segundo esta profecia, haveria somente mais dois papas, como a de Malaquias. Ela termina assim: "quando o leão duplo rugir, serão fechadas as portas de um tempo". O leão duplo foi interpretado por alguns como o Papa Pedro II. |
A
outra anunciava que quando a pomba tornar sobre o tripé, terá início
a época de dores e os primeiros sete voltariam. E quando todos
tornarem, do Oriente será anunciado o retorno de Jesus (que deve ser na
realidade o AntiCristo, porque o AntiCristo vem primeiro de Jesus, mas o
AntiCristo se anunciará Cristo). A pomba sobre o tripé aparece no brasão
de Pio XII. Ele é associado a Sisto I, o sétimo papa. Depois de Pio
XII, vem João XXIII (associado a Alessandro I), Paulo VI (associado a
Evaristo I), João Paulo I (associado a Clemente I, que também ficou
por pouco tempo no pontificado), João Paulo II (associado a Anacleto I,
que morre como mártire), o próximo Papa está associado a Lino I, o
pontífice que impõe às mulheres o uso do véu e vê a destruição de
Jerusalém. Pedro II está associado a Pedro I, um judeu convertido e mártir.
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| Esta
profecia, aparentemente, foi publicada pela primeira vez em 1544 em
francês gaulês. Ela vem de um religioso que teria habitado na abadia
de Orval (Aurea vallis, vale de ouro, Or-val), situada em Luxemburgo. Há
outros livros que dizem que ela só se tornou pública no final do século
XVIII, em uma noite, ao ser lida por um abade para um auditório cheio
de pessoas. Nessa noite, a profecia foi parcialmente copiada. Essa omissão
explica a mutilação do texto, o qual só se conhece a segunda parte. A
profecia foi impressa pela primeira vez em 1829. O texto abaixo foi
traduzido da profecia em francês, tirado da obra do abade Curicque, que
a obteve na obra do abade Lacombe. O abade Lacombe, escritor de
importantes livros de profecias do século XIX na França, realizou
pesquisas a pedido do arcebispo de Bordeaux para determinar a veracidade
dessa profecia. O abade Curicque também foi um dos mais importantes
pesquisadores e escritores de profecias franceses do século XIX.
Apresento aqui somente a parte final da profecia, referente aos anos
2000 em diante. Aparentemente, há pequenas variações nesta profecia,
ou seja, em alguns livros, é publicada de forma um pouco diferente. “Ai de ti, grande cidade (Paris)! Eis os reis armados pelo Senhor; mas o fogo já te destruiu até o chão. Teus justos, entretanto, não morrerão. Deus os ouviu. O lugar pecaminoso é purificado pelo fogo. O grande rio (Sena) conduziu águas avermelhadas pelo sangue ao mar. E a França, vista desintegrada, vai se recuperar. Deus ama a paz! Venha, jovem príncipe, saia da ilha do cativeiro. Una o leão à flor branca, venha! O velho sangue dos séculos terminará ainda com longas discórdias. Então será visto na França um só pastor (líder, o rei). O homem poderoso, auxiliado por Deus, se estabelecerá bem. Muitas leis sábias restaurarão a paz. Se pensará que Deus está com ele, de tanto prudente e sábio que o descendente dos Capetos será. Graças ao Pai da misericórdia, a Santa Igreja canta novamente nos seus templos, um só Deus grande. Um monte de ovelhas perdidas irão beber no rio vivo. Três príncipes eliminarão o manto do erro e entenderão a fé de Deus. Nesta época, um grande povo do mar (Inglaterra provavelmente) retomará a verdadeira crença em dois terços. |
Deus
é bendito novamente durante 14 vezes 6 luas e 6 vezes 13 luas. Deus está
triste de ter suas misericórdias dissipadas, entretanto, ele deseja, em
vista dos bons, prolongar a paz ainda por 10 vezes 12 luas. Segundo estas medidas, serão no total 282 luas de paz. Supondo que cada ciclo de lua possui 28 dias, serão aproximadamente 21 anos e meio de paz, ou seja, até aproximadamente o ano 2024. Caso a lua uma medida aproximada de 30 dias, haveria cerca de 23 anos de paz, que iria até o ano 2025. Este tempo parece aproximadamente de acordo com outras profecias, que dizem que haverá cerca de 25 anos de paz. O trecho acima, portanto, fala do período de paz, do início da nova queda da humanidade e do conseqüente fim do período de paz. Só Deus é grande! As coisas boas acabaram, os santos vão sofrer. O homem do mal (AntiCristo) vem de duas classes e cresce. A flor branca (o rei) é obscurecida durante 10 vezes 6 luas e 6 vezes 20 luas e desaparece para não mais aparecer. Muita maldade, pouca bondade, neste tempo. Muitas cidades morrerão pelo fogo. Então, finalmente, Israel irá ao Cristo Deus. As seitas malditas e o povo fiel estarão em duas partes bem distintas. Mas está feito: Somente Deus é verdade e a terça parte da França e ainda a terça parte e meia não terá mais fé, como também os outros povos. E eis que em mais 6 vezes 3 luas e 4 vezes 5 luas e tudo se separa, e o século (a idade) do fim começa. Depois de um pequeno número de luas, Deus combate por seus dois justos (Elias e Enoch) e o homem do mal leva a melhor. Mas tudo está terminado: o Altíssimo coloca uma parede de fogo que obscurece meu entendimento e não vejo mais. Que Ele seja bendito eternamente! Amém!" O período do AntiCristo, de 38 luas mais um pequeno número de luas, é o tempo de aproximadamente 3 anos e meio, que também parece estar de acordo com profecias de outras origens. |
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| O
Mirabilis Liber (Livro
Admirável) ou Liber Mirabilis, como também ficou conhecido, foi
publicado pela primeira vez em 1522 ou 1524. Ele é citado em diversos
livros sobre profecias e é uma das principais obras sobre profecias do
século XVI. A parte inicial do livro foi originariamente publicada em
latim e a parte final, algumas poucas páginas, em francês. A primeira
e única tradução da parte em latim deste célebre livro foi feita por
E. Bricon em 1831 na França. O Liber Mirabilis é atribuído a Jean de
Vatiguerro, que também recebeu o nome de Prêcheguerre, Vatigero e
Vatigera.
Em Miracles & Prophecies in 19th Century France, Thomas A. Kselman, 1983, pode-se ler: “Jean Prêcheguerre foi o mais proeminente dos profetas revividos durante a Restauração. Outras figuras dos séculos dezesseis e dezessete, como Nostradamus, Richard Roussat, Pierre Turrel, Pierre d’Ailly e o Abade Holzhouser também foram reexaminados e considerados profetas dos dramáticos eventos de 1789, 1793 e 1814”. As profecias de "John of Vatiguerro" aparecem no livro The Prophets and Our Times, escrito por um Padre americano e publicado em 1941, em Catholic Prophecy de Yves Dupont, publicado em 1970 e outros. Em ambos, ele aparece datado como do século XIII. Já no recente livro de Jean Phaure, Les Astres, les Prophèties et la Fin de la Histoire, ele aparece como tendo vivido no século XVI. La Fin des Temps, de Jean Fervan, uma compilação de profecias publicada em Paris 1937, também menciona o Liber Mirabilis. Adrian Peladán, escritor francês que escreveu alguns livros de profecias no século XIX, chegou a publicar um livro chamado Nouveau (Novo) Liber Mirabilis, uma compilação de profecias, em 1870. Em Histoire de l’Avenir, des Prophètes à la prospective, publicado em 1996, Georges Minois diz : «Uma outra compilação profética é impressa em 1522: o Mirabilis Liber, obra latina com algumas passagens em francês. A partir de diversas fontes - Merlin, Lichtenberger, Roquetaillade, Savonarole, o Pseudo-Metódio, as sibilas, profecias coletadas de manuscritos da abadia de Saint-Victor em Paris, o livro (...)» Em Prophecies in Rome in the High Renaissance Period – Essays, 1992, o autor escreve que os trabalhos mais notáveis sobre profecias da época foram, «além das edições joaquinistas em Veneza, a primeira edição do Mirabilis Liber, publicada em Paris em 1522 e De harmonia mundi escrito por Minorite Francesco Zorzi, publicado em Veneza em 1525 ». A tradução dos trechos seguintes foi feita da obra traduzida do Liber Mirabilis para a língua francesa, publicada em 1831. Esta obra diz que a primeira edição do Liber Mirabilis é de 1524. Esta é, provavelmente, a primeira vez que estes trechos do livro estão sendo traduzidos para o português. Na tradução, algumas adaptações
foram feitas. Por exemplo, onde se fala em turco, foi usado muçulmano.
Onde encontrei o termo Gaules, foi empregado França. O trecho escolhido
fala de uma grande invasão muçulmana em todo o mundo. Meus comentários
estão entre parêntesis. |
"Esta
nova invasão dos Ismaelitas (entenda-se muçulmanos) será um castigo
sem tamanho e sem piedade. O Senhor entregará todas as nações (européias)
nas mãos destes, por causa das transgressões cometidas contra suas
leis. (...) Espanha morrerá pela espada. A França e a Alemanha
devorados por mil flagelos, verão sair muitos de seus habitantes. Os
romanos (italianos) serão mortos ou fugirão; e perseguirão seus
inimigos até as ilhas do mar, os filhos de Ismael invadirão, ao mesmo
tempo, o norte e o oriente, o sul e o ocidente. (...) Assim, toda a
terra será entregue aos filhos de Ismael, que a levarão, por sua vez,
à dissolução. É porque o Senhor chamou Ismael, seu pai, Instrumento
de guerra; e muitas cidades serão destruídas, pois os filhos do
deserto virão, e estes não são homens, mas seres odiosos aos homens.
Eles passarão o fio da espada mesmo em mulheres grávidas e imolarão
os padres no santuário. Eles profanarão as igrejas e violarão
mulheres, e eles se vestirão, eles e suas mulheres, de ornamentos
sacros. (...) Isto será, entre os cristãos que habitam a terra, uma
tribulação geral. É então que se distinguirá perfeitamente quem crê
firmemente no Senhor.Mas depois destes dias de tribulação, quando os
Filhos de Ismael, vestidos de vestes resplandecentes de púrpura e ouro,
e como noivos, se glorificarem de suas vitórias obtidas, de todas as
partes, sobre os cristãos que não terão podido se proteger contra
seus poderes, dirão: “eis que por nossa força nós vencemos a terra
e todos que nela habitam”; então o Senhor Deus, se lembrará, em sua
misericórdia, de sua promessa àqueles que o adoram, àqueles que crêem
em Cristo e os libertará do jugo dos Sarracenos. Surgirá na (Virá da)
França, um povo de cristãos que os combaterá, os atravessará a
espada, libertará suas mulheres presas e massacrará seus filhos. Ao
mesmo tempo, os filhos de Ismael conhecerão a espada (morte) e a
tribulação. E o Senhor os devolverá o mal que eles terão feito, em
uma proporção sete vezes maior. O Senhor os entregará aos poderes dos
cristãos, cujo império será elevado sobre todos os impérios. O jugo
que os cristãos os imporá será duro e os que restarão serão
escravos. A terra, antes destruída por eles, será então pacificada.
Os prisioneiros que eles tinham feito reencontrarão sua pátria, e a
população crescerá e se multiplicará. O Rei dos romanos
(Grande líder francês) mostrará uma grande indignação contra
aqueles que terão renegado o Cristo no Egito ou na Arábia. A paz e a
tranqüilidade renascerão sobre a terra, paz como nunca houve, como
nunca haverá: a felicidade e a alegria estarão em todos os lugares. O
mundo descansará de suas tribulações".
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| Alois
Irlmaier (1894-1959)
foi um cristão simples que viveu em Freilassing, Alemanha. Durante a
vida, ajudou a polícia a descobrir criminosos, ajudava no diagnóstico
de doentes e respondia com acerto a pessoas se seus filhos voltariam da
guerra mundial ou morreriam no campo de batalha. Passou a ver as coisas
após ter passado quatro dias sem comer, preso, durante a primeira
guerra mundial em uma trincheira. Profetizou sobre a terceira guerra
mundial, que segundo ele, começaria logo depois do assassinato de um líder
“em qualquer lugar perto dos árabes”. Quanto à guerra, ele dizia:
vejo três noves (1999) mas não sei o que significam.
“Uma nova guerra no Oriente Médio começa de repente, grandes forças navais são posicionadas de uma forma hostil no Mediterrâneo - a situação é tensa. (...) O terceiro assassinato acontece. Então, a guerra começa. (...) Imediatamente, a vingança chega ao longo das grandes águas. O dragão amarelo invade o Alaska e o Canadá ao mesmo tempo. (...) pombos brancos voam (...) e em seguida chove um pó amarelo sobre uma linha. Quando a cidade dourada (Praga) for destruída, começa. Como uma linha amarela, ela vai até a cidade na bahia. (...) Quando cai, tudo estará morto, nenhuma árvore, nenhum mato, nenhum rebanho, nenhuma grama, tudo se torna seco e preto. As casas continuam a existir. Eu não sei o que é isto, portanto não sei dizer. É uma longa linha. Aquilo que estiver sobre esta linha, morre. (...) Os aviões deixam cair um pó amarelo entre o Mar Negro e o Mar do Norte. Em seguida, uma faixa mortal é criada, direto do Mar Negro para o Mar do Norte, tão larga como metade da Baviera. Nesta zona, a grama não pode mais crescer, os humanos viverão sozinhos. O ataque russo é initerrupto. (...) Aqui, os pilotos lançam também suas caixas pretas. Elas não explodem, mas antes de tocar o solo, espalham uma fumaça ou poeira amarela esverdeada. Por um ano, nenhum organismo poderá entrar nesta área, caso contrário estará exposto ao elevado perigo mortal. (...) Estas caixas são satânicas. Quando explodem, um pó ou fumaça amarela esverdeada levanta, tudo que entra em contato com isto morre, seja humano, animal ou vegetal. Os humanos se tornam bem pretos e a carne cai de seus ossos, de tão forte que é o veneno.” As profecias acima falam de bombas químicas.
Uma delas menciona a queda de carne, como a lepra, mencionada pela
profecia atribuída a Mother Shipton, na página principal e também por
outras profecias. As profecias abaixo falam de uma bomba que é lançada
no oceano e cria uma onde gigantesca que destrói cidades costeiras. É
o único profeta que explica porque razão há várias profecias que
falam de invasão das águas nas costas. Como consequência da enchente,
há terremotos que destróem outras cidades. O leste dos EUA (Edgar
Cayce havia profetizado para 1998), a Inglaterra, o norte da Europa (países
escandinavos, Alemanha e Holanda mencionados pelos profetas), a Itália
e o sul da França serão devastados por essa arma, hoje secreta. A
profecia fala ainda que a bomba causa mudança de clima, profetizado por
outros. |
Sobre
a destruição de Paris:
"A cidade com a torre de ferro (Paris) se torna a vítima do próprio povo. (espécie de guerra civil) Eles colocam fogo em tudo. A revolução é violenta. As ilhas costeiras são invadidas pelas águas, porque as águas estarão muito violentas. Vejo grandes buracos no mar, que fecham quando as enormes ondas voltam. A cidade bonita no mar azul quase afunda completamente no mar, na sujeira e na areia, que são ejetadas pelo mar. Vejo três cidades afundando no sul, no norte e no oeste. A cidade grande com a alta torre de ferro é colocada em fogo. Mas são os próprios habitantes da cidade que fizeram isso, não aqueles que vieram do oriente. E a cidade é arrasada, isto eu estou vendo bem claramente”. “(...) E na Itália, a
situação está agitada também. Eles matam muitas pessoas e o Papa
foge, muitos religiosos serão mortos, muitas igrejas são destruídas. Há, ainda, a seguinte profecia, sobre o que seriam três dias de trevas, passagem profetizada por vários outros profetas, que pode ser referente a um momento durante a terceira guerra mundial ou a uma época próxima do AntiCristo. “Haverá escuridão um dia,
durante a guerra. Então cairá granizo com raios e trovões e um
terremoto sacudirá a Terra. Então não saiam de casa! Não haverá
mais luz, a não ser as de vela, a corrente elétrica será
interrompida. Quem respirar com força a poeira, ficará com cãibras e
morrerá. Não abram a janela, pendurem nela papel preto. Toda a água
exposta ficará envenenada e todo alimento exposto que não for
enlatado. Também todo o alimento em vidro ou em copos; eles serão
afetados porque o vidro não os protegerá. Lá fora haverá a morte
pelo pó; muitas pessoas morrerão. Após 72 horas, tudo passará. Mas,
digo mais uma vez: não saiam, não olhem para fora pela janela, deixem
que ardam as velas consagradas ou as de cera. E rezem. À noite morrerão
mais pessoas do que nas duas guerras mundiais”. ![]() |
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| Peter
Hurkos nasceu em Dordrecht, perto de Rotterdam. Seu dom de visão
apareceu em 1943, época da Segunda Guerra mundial, após ter desmaiado
certa vez e fraturado o crânio ao cair de uma escada. Ao voltar a si,
percebeu que estava "vendo" demais. Demorou algum tempo para
se acostumar em penetrar na intimidade de pessoas, adivinhar
pensamentos, saber a quem pertencia um determinado objeto e prever
acontecimentos. Sua reputação cresceu rapidamente e os homens da
Resistência holandesa utilizaram a ajuda de Hurkos para desmascarar
espiões e traidores infiltrados em seus exércitos. Nos arquivos da
Resistência holandesa há numerosos depoimentos sobre suas capacidades.
Desde então, Hurkos passou a colaborar com a polícia em vários casos.
Certa vez, a polícia procurou sua ajuda para tentar resolver o rapto do
filho de Frank Sinatra. Ele colaborou em centenas de casos.
Certa vez, em Blankenberge, uma
pequena estação balneária belga, um menino desapareceu sem deixar
pistas. Tudo que sabiam é que ele tinha sido visto brincando na beira
da praia. Então alguém pensou em chamar Hurkos. Sua chegada foi
recebida com certo ceticismo. Imediatamente ele declarou que o menino
havia se afogado em um determinado local. A polícia, cética, não
acreditou nele porque já havia analisado esta possibilidade, e
exatamente aquele local tinha sido um dos mais bem examinados. |
Hurkos
insistiu que a criança estava ali. Apesar do mar agitado, mergulhou
sozinho sem nenhum equipamento. Ao subir à tona, após o primeiro
mergulho, apareceu com um calçado de borracha. Ao voltar do segundo
mergulho trouxe, em seus braços, o corpo do menino afogado. Em 1951, um alto funcionário da Scotland Yard o chamou a Londres para ajudar a polícia em um caso delicado. O tradicional pedestal em que servia como base para o trono dos reis da Inglaterra e da Escócia havia sido roubado. Todos os esforços da polícia britânica para encontrar o bloco de pedra tinham sido inúteis. Ao chegar em Londres, Hurkos foi imediatamente à abadia de Westminster. Ali chegando, fechou os olhos, se concentrou e logo forneceu o nome de uma rua. A polícia foi verificar e descobriu ser o endereço de uma loja de ferragens onde dois elementos suspeitos teriam comprado ferramentas usadas no arrombamento. Mas foi tudo que descobriram. Hurkos então voltou à abadia e concentrou-se novamente. Vieram a sua mente dois nomes e dois endereços. Apesar do ceticismo, o inspetor-chefe determinou que fossem feitas buscas segundo as indicações de Hurkos. Os ladrões foram presos, confessaram o roubo e o pedestal foi encontrado.
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| Em
uma noite sem luar de 14 de abril de 1912, o Titanic afundou em sua
viagem inaugural após se chocar a 23 nós com um iceberg e neste dia, a
maior parte de seus 2.224 passageiros morreu no oceano. O episódio foi
transformado em filme várias vezes, incluindo recentemente. A imensa
embarcação, com 269 metros, considerada insubmergível, que "não
poderia ser afundada nem por Deus", segundo os mais otimistas da época,
dá a impressão na verdade, segundo os poucos filmes que existem sobre
o Titanic real, que era um tanto insegura, apesar de seu imenso tamanho.
O que pode ser uma história talvez ainda mais sensacional do que o naufrágio do Titanic é que o escritor, jornalista e marujo aposentado Morgan Robertson, que se interessava por parapsicologia, com inspirações que ele mesmo intitulava de metafísicas, começou a escrever um livro quinze anos antes, em 1897, sobre uma imensa embarcação de 244 metros, que transportava 3.000 passageiros que se chocaria em sua viagem inaugural nas águas geladas do Atlântico Norte com um iceberg a 25 nós em uma noite de abril sem luar. A embarcação era também considerada insubmergível e era o maior transatlântico do mundo. O nome da embarcação na história do escritor? Titan. As semelhanças não param por aí. Assim como Titanic, o Titan possuía três hélices propulsoras, que transportavam 75.000 toneladas, contra as 66.000 toneladas do Titanic. |
Nas
duas histórias, no momento do naufrágio, havia um navio não muito
longe do local, mas pensando que nada poderia acontecer com o gigante
dos mares, o capitão decide não se aproximar. No Titan, também não
havia meios suficientes para salvamento e somente 24 botes salva-vidas
estavam a bordo, enquanto que 22 esperavam os milhares de náufragos do
Titanic. Da mesma forma, pela mesma razão, a maior parte de seus
passageiros encontra a morte. O Titan possuía 17 compartimentos à
prova d'água, enquanto que havia 16 no Titanic. Tanto no Titan como no
Titanic, o nome do capitão era Smith. Repare que os números do Titan são
aproximadamente 10% maiores do que os do Titanic, exceto o tamanho, que
é 10% menor. Coincidências?... É praticamente impossível que sejam.
Bem provavelmente, o escritor teve uma visão profética, ou algo assim,
mas não conseguiu identificá-la como tal. Sua história caiu no
esquecimento, mas o livro deste escritor foi encontrado anos mais tarde
em uma biblioteca e começa a aparecer em alguns livros sobre profecia
publicados no finaldo século XX. |
proph @ iap1.com